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Divinas Conversas com Cris Guerra e Anna Cunha

Contornos da delicadeza – palavras e imagens por Cris Guerra e Anna Cunha

No próximo dia 30 de novembro,  a Biblioteca Dante Alighieri da Escola Internacional Fundação Torino realiza mais uma edição do projeto Divinas Conversas. Dando continuidade ao ciclo das “afinidades eletivas – a literatura em diálogo com outras artes e ofícios”, o projeto receberá  Cris Guerra e Anna Cunha para um bate-papo com o público.

Cris Guerra é publicitária, blogueira e escritora. Começou sua trajetória na internet em 2007, escrevendo o blog Para Francisco. O blog virou livro e está sendo adaptado para o cinema. Cris também atua como cronista em diversos veículos de comunicação e muitas de suas crônicas já viraram livros: Que ninguém nos ouça (escrito em parceria com a jornalista Leila Ferreira) e Mãe (ilustrado por Anna Cunha).

Anna Cunha é artista plástica, pós graduada em ilustração pela EINA | Escola de Disseny i Art – Universitat Autònoma de Barcelona.  Já atuou profissionalmente em agências de design e  ilustrou inúmeros livros para editoras brasileiras e estrangeiras. Ganhadora de diversos e importantes prêmios por suas  ilustrações, foi uma das indicadas deste ano para o Prêmio Jabuti, justamente pelo seu trabalho no livro Mãe, escrito por Cris Guerra.

Com trajetórias profissionais bem distintas, essas duas artistas talentosas se encontraram  na literatura. No próximo Divinas Conversas, as duas estarão juntas, percorrendo com o público os caminhos que as levaram a esse encontro, cujo resultado é um livro que transborda delicadeza.

O Divinas Conversas é um projeto da Escola Internacional Fundação Torino, que recebe escritores para discussão de temas diversos relacionados à literatura. Iniciado em 2016, o projeto já contou com a participação dos escritores Marina Colasanti, Geraldo Carneiro, Antônio Prata e João Anzanello Carrascoza. Os eventos são sempre gratuitos e abertos ao público.

 

Auditório do Centro Cultural Fundação Torino

Rua Jornalista Djalma Andrade, 1.250 –  Belvedere

30 de novembro às 19h30

Evento gratuito – 174 lugares – sujeito à lotação do espaço.

Confirmação de presença : comunicacao@fundacaotorino.com.br 

 

Biblioteca Viva: Os contadores de história

 A arte de contar histórias é uma prática milenar, que teve seu início nos primórdios da humanidade, por meio da tradição oral. Essa arte do contar e recontar história amplia o universo literário, desperta o interesse pela leitura e estimula a imaginação, através da construção de imagens interiores. Narrar uma história será sempre um exercício de renovação da vida, um encontro com a possibilidade, com o imaginário e, em todo tempo e em todas as circunstâncias, o desafio de construir um final ao gosto de cada leitor/ouvinte.

As crianças, desde cedo, aprendem pelo exemplo e pela afetividade. As histórias trazem nas ações dos personagens e no tom da voz do contador de histórias uma rica experiência e um caminho seguro de aprendizagem. A voz humana transmite muito mais do que simples palavras e conceitos, mas segurança, confiança, afeição, comprometimento e energias essenciais ao desenvolvimento infantil. Através do ouvir e contar histórias, as crianças e os adultos estreitam as relações afetivas, cognitivas e fortalecem valores sociais, culturais, políticos e educacionais.  O ” Contador de histórias” cria um contexto de estudo, organização e pesquisa, muito envolvente para as crianças, contribuindo, assim, para que elas  esforcem-se em todas as etapas desse projeto.  O envolvimento e a participação da família  nas atividades escolares são  considerados  componentes importantes  para  o  desempenho  ideal das  instituições  de  ensino e para  a  segurança da  criança em  seu vida estudantil.

As famílias, para conquistar  a atenção das crianças, utilizam  formas criativas  para contar histórias.  Essa experiência tem sido enriquecedora e divertida para todos que dela participam. 

 

 

 

 

Processo de Admissão 2018

Para aqueles que buscam uma Escola Internacional com formação completa, a Fundação Torino é a escolha certa. O Processo de Admissão de Novos Alunos, para início das aulas em fevereiro de 2018, começou no dia 1 de agosto.

As vagas são do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, e a prova acontecerá no dia 28 de outubro.

Para inscrever seu(s) filho(s), o responsável deve ler, com atenção, o edital disponível no site da Escola, preencher o formulário de inscrição on-line e efetuar o pagamento da taxa.

A confirmação sobre o dia da prova, bem como outras orientações, chegarão no email cadastrado.

Em caso de dúvidas, entre em contato com a Escola: pie@fundacaotorino.com.br ou pelo telefone: (31) 3289-4202.

Divinas Conversas com João Anzanello Carrascoza

Um dos maiores escritores da contemporaneidade, Carrascoza fala sobre literatura e seu diálogo com outras artes e ofícios, em bate-papo gratuito com o público

A Fundação Torino dá início à quarta edição do projeto Divinas Conversas. Quem estreia essa nova edição é o escritor, publicitário, ensaísta e professor universitário João Anzanello Carrascoza, que no dia 26 de setembro, às 19h30, discorre sobre as “Afinidades eletivas: a literatura em diálogo com outras artes e ofícios”. A palestra será realizada no auditório do Centro Cultural da Fundação Torino, é aberta à comunidade, tem entrada gratuita e está sujeita à lotação do espaço (170 lugares).

O projeto Divinas Conversas é um ciclo de conferências que recebe importantes personalidades para uma conversa com o público. A escritora Marina Colasanti, o poeta Geraldo Carneiro e o cronista Antônio Prata são alguns nomes que já participaram da iniciativa.

 

Sobre João Anzanello Carrascoza

João Anzanello Carrascoza é um dos escritores brasileiros mais talentosos e bem-sucedidos da contemporaneidade com dezenas de livros publicados entre contos, literatura infantojuvenil e romances. Além de escritor, é publicitário e professor na Escola de Comunicação e Arte da Universidade de São Paulo. Estreou na literatura com o livro Hotel Solidão (1994). Publicou vários livros de contos, como Duas tardes (2002), Espinhos e alfinetes (2010), Amores mínimos (2011), O volume do silêncio (2006, prêmio Jabuti) e Aquela água toda (2012, prêmio APCA). Em seu primeiro romance, Aos 7 e aos 40 (Cosac Naify, 2013), Carrascoza escreveu que “o presente é feito de todas as ausências”. Em Caderno de um ausente (Cosac Naify, 2014), essa ideia se materializa de forma contundente, alçada por um lirismo poucas vezes visto na literatura brasileira.

 

Para participar, confirme sua presença ligando para 3289-4200.

 

 

* Crédito da foto: Juliana Monteiro Carrascoza

Projeto pedagógico da Scuola Materna 2017.18 : A Europa entra em classe.

A Europa entra em classe

Já imaginou jogar Angry Birds na terra do Papai Noel? Lanchar a merenda das crianças alemãs? Como seria a ilha da deusa do amor e da beleza, Afrodite, em Chipre ou a estátua da Pequena Sereia na Dinamarca? E disputar uma olimpíadas da Grécia?

Neste ano letivo, a Fundação Torino vai trazer esses e muitos outros momentos para dentro da escola. Com roteiros curiosos, leves e alegres, vamos levar nossos pequenos viajantes para conhecer países europeus e suas curiosidades, mergulhando em belos cartões postais, aprendendo sobre flora, fauna, literatura e pratos típicos. Tudo isso para elas vivenciarem o dia a dia das crianças europeias, além de expandir seus conhecimentos, conhecer outras culturas e mostrar a riqueza que a Europa nos oferece em sua diversidade. Para que elas sintam-se em casa em qualquer lugar do mundo. Sejam cidadãs de cá e de lá.

 

Projeto Pedagógico Scuola Elementare 2017.18 : Os clássicos de todos os tempos

Através da leitura dos diversos clássicos da literatura infanto-juvenil, as crianças da Scuola Elementare serão levadas a refletir sobre diversos aspectos da condição humana e da transformação do meio onde vivemos.

Dentro do tema central, cada série irá trabalhar a literatura de uma forma:

  • I Elementare: “Contos, cantos e encantos” (Musicalidade e literatura infantil).
  • II Elementare: “Era uma vez…” (Clássicos infantis desenvolvendo valores).
  • III Elementare: “Contos clássicos e modernos” (Contos de fadas).
  • IV Elementare: “Ressignificando o mundo” (A criatividade como instrumento de reflexão acerca das emoções, caráter, sentimentos e comportamento).
  • V Elementare: “Explorando o universo do Pequeno Príncipe”.

Dentre os clássicos que serão explorados, estão os seguintes títulos: Chapeuzinho Vermelho ( Charles Perrault) , Bisa Bia e Bisa Bel ( Ana Maria Machado), As aventuras de Tom Sawyer ( Mark Twain), Mania de explicação ( Adriana Falcão), O menino mágico ( Rachel de Queiroz), dentre outros.

Os alunos terão oportunidade de lerem livros já conhecidos por eles, bem como clássicos que fizeram parte da infância dos pais, avôs e familiares.

As diversas ações do projeto vão enriquecer a formação de nossas crianças, permitindo que elas possam construir pontes entre a imaginação  e o mundo das palavras. Será uma grande diversão e muito aprendizado!

 

Feira da Cultura 2016/2017

Projetos criativos e inovadores marcaram a edição 2016/17 da Feira de Cultura da Fundação Torino, cujo grande desafio foi a transformação dos conteúdos mais significativos estudados durante o ano letivo em apresentações criativas e originais, no dia do evento.

Os alunos se valeram, na realização dos trabalhos, do inglês, espanhol, italiano e português, e, com a mediação dos professores, “colocaram a mão na massa”, participando ativamente do processo de aprendizagem.

 

Bem-vindos a mais um ciclo de aprendizado de seus filhos!

* Discurso da Diretora Geral Márcia Naves, durante a Festa de Encerramento da Educação Infantil, realizada em 14/06/2017.

 

Estimada Cônsul Aurora Russi, prezados senhores, senhoras e crianças, boa noite!

Vestir-me de Rainha de Copas sempre foi um desejo, hoje realizado com grande preocupação… Perguntei para a Paula (Orientadora Educacional da Materna) se as crianças não me veriam como uma pessoa má, louca… mas Paula me tranquilizou dizendo que as crianças sabem que ela não é má… ela só caiu e bateu a cabeça. Enfim, a ideia é trazer a fantasia, o desejo de sermos eternas crianças, de vencermos o tempo. Mas vencer o tempo não é tarefa fácil… Segundo Shakespeare, vencer o tempo é perda de tempo. Sobre o tempo ele escreveu:

“Igual vencer moinhos de vento,
querer vencer o tempo é perda de tempo.
Mas existe um jeito …
um filho e um filho do nosso filho
movem o moinho da vida e do tempo.”

Estamos aqui vencendo o tempo com mais uma geração de formandos. Celebrar este dia é celebrar a primeira formatura de várias que eles terão pela vida, é mover o moinho da vida e dos dias que passam. Bem sabem os avós que já são vencedores dessa batalha ao se depararem com o filho do seu filho formando na Scuola Materna.

Vencer o tempo significa também ir para a Scuola Elementare! Agora eles deixam aquele espaço materno e ingressam na vida escolar junto aos meninos mais velhos… de 7, 8 e 18 anos. Para eles, a magia começa ao receberem a senha de entrada pela catraca. Palavra nova no vocabulário que será soletrada com tremor na língua – catrrrraca.

E os pais? Aos pais sobra o abraço e o beijo, antes da catraca. Ficam impedidos de acompanhar até a sala, ficam parados na catraca. Eles não têm senha! E agora? Como será? Vão cuidar bem dos nossos filhos? Eles agora terão que frequentar o restaurante? Como eles vão fazer tudo isto? É muita coisa e eu… fiquei pra trás da catraca…

A notícia boa é que eles serão muito bem cuidados, antes e depois da catraca, e essa é apenas a primeira catraca que os impedirão de acessar os novos limites dos seus filhos. Mas um mundo novo, depois da catraca, surge. Um mundo onde eles se tornam mais autônomos, protagonistas únicos de uma história. E aí, como autores já capazes inclusive de escrever, iniciam os registros das descobertas.

Viver e ver o desenvolvimento diário dessas crianças é estar em uma janela privilegiada da vida. Privilégio de educadores que presenciam as mudanças geracionais a cada novo ano. Como observadores, além de educadores, vemos o desenrolar da evolução das gerações a cada artefato e tecnologia inseridos na rotina. Quando contamos que na nossa infância não existiam selfies, as crianças se assustam com a impossibilidade de registrar imediatamente os momentos especiais – quer dizer que a gente ia lá em cima, num lugar legal, e não tirava selfie?

Pois é, talvez seja esta a maior catraca entre eles e nós: a catraca da mudança do tempo. Mais do que viver em uma era de mudanças, estamos vivendo uma mudança de era. Esta nova era é marcada pela velocidade das mudanças em ritmo exponencial.

Como pais e educadores, temos a obrigação de estar bem mais atentos às mudanças, pois nossos filhos já se encontram em um mundo muito diferente do que nós conhecemos. Novas habilidades e ritmos são demandados. Para nós, eles estão ansiosos; para eles, nós somos lentos. Nada errado, tudo certo.

O importante dessa história é que aprenderemos muito com eles, com o mundo deles. Para tanto, precisamos acreditar nas escolhas, nos caminhos que traçamos, nos valores que acreditamos. E, aqui, peço a vocês confiança. Confiança na escola que escolheram para seus filhos, por acreditarem em nosso projeto pedagógico e em nossa filosofia de criar cidadãos do mundo.

Bem-vindos a mais um ciclo de aprendizado de seus filhos!

 

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